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Enquanto pesquisava e organizava ideias para uma viagem exploratória ao Belize, com passagem pela Guatemala, dei por mim a esbarrar vezes sem conta no tema “segurança”.
Realmente é um ponto delicado na hora de viajar. Não é de ânimo leve que um viajante, turista ou não, decide embarcar para um destino onde, de acordo com as estatísticas, tem algumas hipóteses de ser abalroado por algum larápiozeco mais mal disposto ou ser apanhado no meio de algum tumulto pseudo-independentisto-religioso que grassa por este mundo de Deus.
Posto isto, e porque sou confrontado inúmeras vezes com estas questões, permito-me deixar aqui duas notas que costumo dar a jeito de exemplo.
 
#1# Roubos e assaltos
Em 30 anos de viajante, com não sei quantos países visitados (muitos deles na lista negra de segurança) fui assaltado uma única vez. Em plena luz do dia. Com uma faca encostada ao pescoço. Onde? Em Évora, numa rua perto da praça do Giraldo.
Conclusão… não é preciso ter medo do que está do outro lado do mundo quando um assalto pode ocorrer até na mais pacata cidade alentejana. E agora pergunto. É o Alentejo um local nefasto e perigoso? Será Évora um perigo para o viajante? Penso que não preciso responder.
 
#2# Tumultos e atentados bombistas
Há muitos anos a ETA, sobejamente conhecida pelas suas atividades bombistas em Espanha, colocou uma bomba em Benidorm. A Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas colocou no seu site, à data dos factos, um alerta onde desaconselhava a que cidadãos portugueses viajassem para três países no mundo. Dois deles, Afeganistão e Iraque, estavam sob uma devastadora guerra. O terceiro era precisamente o nosso vizinho. Pergunta. Será que algum português deixou de viajar para Espanha?
 
Conclusão … muito tememos o que desconhecemos. É assim a nossa raça. O humano tem que conhecer para confiar. O viajante por seu lado, habitua-se a confiar, porque parte da alegria da viagem está em ir ao encontro do desconhecido.
 
Artur Pegas